10 dicas para ter um bom site

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Um bom site não deve ser apenas bonito, mas sim planejado de modo que o gerenciamento do conteúdo seja simples e flexível. Também precisa ser planejado para ficar bem posicionado no Google e em outros mecanismos de busca. E por fim, deve ter uma arquitetura de informação e conteúdo relevante, que aumente as chances de converter o visitante em cliente.

Nesta nota, serão abordados aspectos fundamentais para a criação/produção de um site que vão muito além de focar apenas no visual do site.

O objetivo de todo site é gerar negócios, e para isso, é necessário ter visitas qualificadas. Também é fundamental ter uma boa arquitetura de navegação e usabilidade para converter visitantes em clientes.

Dica 1 – Site dinâmico, gerenciando com facilidade o conteúdo

Um bom site não é apenas um folder eletrônico, deve ser um canal de relacionamento com os clientes. Cada segmento de negócios possui características que definem o tipo de conteúdo que o cliente procura no site. Consultorias devem divulgar artigos e notícias, empresas de treinamento podem divulgar calendários de Cursos e fotos, loja de equipamentos eletrônicos podem divulgar dicas de uso.

Grande parte das pesquisas realizadas na web têm como objetivo a busca de informações e de conhecimento, que é o primeiro passo antes da contratação de um serviço ou para a compra de um produto. Uma coisa é certa: Se seu site não atende a esta demanda, algum concorrente irá atender.

Dica 2 – Arquitetura de informação e Usabilidade

Seu site é fácil de navegar? O visitante encontra facilmente o que deseja?

A arquitetura de informação é o planejamento correto de como a informação deve ser estruturada de modo que a navegação seja simplificada, com isso, um site com muito conteúdo parece simples de navegar.

A usabilidade está relacionada à facilidade que o visitante tem ao navegar no site. O link está corretamente destacado? A imagem do banner possui um link para mais informações? O link da imagem em destaque está claramente fácil de identificar como link?

Dica 3 – Templates e Modelos de sites

Os templates (modelos de sites) são site pré-desenhados disponíveis a baixo custo e muitos de forma gratuita. A contratação de um designer é sempre essencial para personalizar um template ou para criar um design personalizado. Os templates podem ser boas referências de arquitetura de informação, porque servem como apoio na fase de planejamento. Existem sites que oferecem templates integrados a sistemas de gerenciamento de conteúdo.

Dica 4 – Escolha um  fornecedor ou aprender a fazer?

Escolher um  bom fornecedor web é um desafio para a maioria das pessoas. Isso ocorre por uma falta de conhecimento das etapas de desenvolvimento de um site, portanto a escolha se limita ao DESIGN e, principalmente, ao PREÇO. No caso de sites de orçamentos menores (abaixo de R$ 2 mil) é comum o fornecedor (geralmente freelancer) realizar todo trabalho, com isso temos algumas situações típicas:

  • O fornecedor é um designer – O site tem layout mais rebuscado, porém pouca flexibilidade de conteúdo. Muitas vezes o site é inteiramente desenvolvido em flash.
  • O fornecedor é programador – O site fica com o design simples. Pode ter sistemas de gerenciamento de conteúdo, mas na maioria da vezes é um desenvolvimento próprio.

Dica 5 – Otimizando o site para o Google

“Bonito é aparecer no Google”, sempre uso esta frase para mostrar que não adianta ter um site lindo e maravilhoso com 100 visitas/mês. Prefiro um site com 10 mil visitas/mês, pois com estas visitas podemos gerar negócios.

SEO é a sigla de Search Engine Optimization ou otimização de sites. Basicamente são técnicas para tornar um site mais fácil de ser encontrado nos sites de busca, essencialmente, o Google. Estatísticas mostram que ao realizar uma pesquisa no Google 60% das pessoas clicam nos 3 primeiros resultados e 80% não vão para segunda página de resultados. As estratégias de SEO (otimização de sites) têm como objetivo posicionar o site nos primeiros resultados dos sites de busca. SEO está associado a SEM (search engine marketing) que engloba também as atividades de Links Patrocinados.

Dica 6 – Conteúdo relevante

A internet se tornou um dos principais canais de comunicação da atualidade, e o marketing é uma das áreas nas quais as mudanças foram mais marcantes. Há muitos anos atrás, ter o site já era suficiente para marcar presença na internet, porém isso mudou drasticamente nos últimos anos. Com o surgimento dos Blogs, doGoogle, das Mídias Sociais e da diversidade de formas de acessar a internet (iPhone, Tablets, Notebooks, etc.), as pessoas nunca tiveram tanto poder de comunicação.

A facilidade para publicar conteúdo em blogs e redes sociais fizeram do conteúdo uma das ferramentas mais importantes para uma empresa conquistar seu espaço na internet. Os usuários se apossaram das marcas na internet e grande parte do conteúdo sobre as marcas são gerados por consumidores.

Dica 7 – Animações e Vídeos

As imagens, ilustrações, vídeos e animações quando bem planejadas podem causar um impacto para o visitante e agregar uma das coisas mais importantes neste mundo digital: RELEVÂNCIA e MEMORIZAÇÃO.

Dica 8 – Hospedagem do site

A escolha de um bom provedor de hospedagem é fundamental para o sucesso do site. Recomendamos não vincular o serviço de hospedagem ao serviço de desenvolvimento do site, para evitar uma dependência com o desenvolvedor.

Dica 9 – Links patrocinados, controle sobre as visitas ao site

O uso dos links patrocinados, (anúncios pagos) permitem garantir uma quantidade de visitas qualificadas ao site da empresa, com uma verba pré-determinada.

Sem dúvida, os links patrocinados do Google (AdWords) são os que garantem maior quantidade de visitas, portanto, em campanhas de baixos orçamentos (meno de R$ 1mil) recomendamos utilizar apenas o AdWords por uma questão de TEMPO de aprendizado, afinal nosso tempo também é um recurso limitado.

Dica 10 – Google Analytics – Conhecendo os visitantes do seu site

Esta frase já diz tudo. Ter um site e não saber quantas visitas tem, de onde vieram, que páginas são mais visitadas, etc. é como não ter controle nenhum do saldo do banco. Com o Google Analytics é possível saber a quantidade de visitas, o tempo médio de permanência, as resoluções de tela utilizadas pelos visitantes, a origem das visitas (links patrocinados, resultados gratuitos do Google, sites de referência, etc).

Fonte: Konfide – Marketing Digital

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